Descrição
Em 1608, o Quebec era apenas um nome rabiscado em um mapa vago da América do Norte, um grande forte construído às margens do rio Saint-Laurent, onde cerca de quarenta pessoas se preparavam para passar o primeiro inverno. A França de Henrique IV pouco se importa com tais “hectares de neve” habitados por um punhado de selvagens. Mais preocupada com a riqueza gerada pela caça de baleias e pelo comércio de peles, definitivamente não previa o estabelecimento de uma colônia. Samuel de Champlain, fundador do Quebec, nunca deixará de defender o “seu” Canadá. Conseguirá impor um clima de paz e confiança entre as nações nativas americanas (hurons, algonquinos e innus) e franceses. Dessas relações nascerá um comércio próspero. As peles de lontra e de castor são trocadas a preços baixos por panelas, machados, pregos e outros objetos de ferro. Esse comércio lucrativo durou pouco tempo. Os incessantes ataques sangrentos realizados pelos iroqueses no vale do Saint-Laurent contra os comboios de peles dos hurons e dos algonquinos rapidamente exasperaram a pequena comunidade francesa. Ansioso para consolidar a aliança selada com seus aliados ameríndios, Champlain toma o caminho da guerra ao lado deles e parte para a Confederação Iroquesa. É em tal contexto que se passa a história a seguir. Ao longo do rio dos iroqueses, no lago Champlain, em julho de 1609, na Nova França…
Formato: 31,8 x 23,7cm
Classificação indicativa: 18 anos
Informação adicional
| Peso | 0,500 kg |
|---|---|
| Dimensões | 31 × 23 × 1,5 cm |













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Alexandra –
Adorei essa história em quadrinhos! Os desenhos são absolutamente incríveis, de uma beleza indescritível! Sou fã do trabalho desse desenhista, de verdade! As cores são mágicas! As florestas, os pores do sol, tudo é lindo! ♥ Quanto à história, gostei muito. Ao mesmo tempo histórica e imaginativa, os acontecimentos se sucedem e nunca nos deixam entediados. Gosto muito de histórias com índios. Por isso, não resisti e não me arrependo. É fantástico! As paisagens e os temas abordados são geniais, ficamos realmente imersos no coração das terras indígenas.
Sophie –
Desenhos magníficos, um bom enredo…
Uma leitura agradável!